moving here


sempre depreciam o ato de se escrever em veículos de fofoca, né? particularmente, eu leio, então não critico. se tivesse que escrever também o faria. mas daí, escrever mal, não, né?

Precisão na notícia, pelo amor de deus

do ego.

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O médico de Luciano Pavarotti, que morreu de câncer nesta quinta-feira, 6, contou que o tenor italiano sempre esteve “muito sereno”, consciente da situação e tentando lutar contra a doença.

O oncologista Antonio Frassoldati atendeu o cantor durante os seus últimos dias de vida, na sua casa nos arredores de Modena, no norte da Itália.

Frassoldati, entrevistado pela rede de televisão “Sky TG24″, disse que Pavarotti, de 71 naos, foi sempre “muito consciente da situação, sempre tentando combater a doença”.

Pavarotti, que foi operado de um tumor no pâncreas em julho de 2006, em Nova York, esteve “muito presente e consciente do que acontecia, mas muito sereno”, disse o médico do Hospital Policlínico de Modena.

O tenor estava “cercado por seus parentes, que o acompanharam com muita atenção até o final”, especialmente sua mulher, Nicoletta, e suas filhas, que “estiveram sempre muito próximas”.

O médico disse que o que mais impressionava no tenor era “sua personalidade, sua vontade de viver, de estar sempre presente em todas as decisões.”

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condensa tudo e liga as partes importantes. dois parágrafos em um, a mesma informação e um texto mais curto e fácil, como toda fofoca deve ser.

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eu sei que é arrogante criticar trabalho dos outros, mas é que tenho visto tanto isso. deu nos nervos.



cumansim?!

02Set07

isso é pra quem acha que R$45 não é nada…

Mãe de Grazi é beneficiada por Bolsa-Família


Hiroko Masuike for The New York Times)No último dia 30, o IHT publicou o artigo “In U.S., a backlash against sagging jeans”, assinado pelo Niko Koppel.

Associando foto e título, dá pra ter noção do assunto, né?

Enfim, na reportagem o autor discute esse comportamento (lá dos anos 90, quando Snoopy Doggy Dog já fazia isso ó… mó tempão) , de colocar o jeans no joelho, e amarrar com um cinto, como se fome um barbantinho em saco de biscoito aberto.

Não é sobre a moda, mas pelo que tem acontecido ultimamente. Ou vocês não leram que pagar cofrinho agora é crime na Lousiana? Quem usar jeans muito baixo, pagar calcinha, cueca ou mesmo o cofrinho cru, paga multa de U$500 ou fica seis meses in jail. nice, hum.

 Só que a gente tá falando de USA, né? eles não topariam isso, sem antes discutir a liberdade de expressão. E é isso que o autor discute. Se o que motiva essa chuva de multas anti-cofrinho e cuecas à mostra é a indecência que ela reproduz (pff, né?) ou se o verdadeiro incômodo é a influência do hip-hop (que ainda é visto como algo de trouble-makers) no comportamento da sociedade em geral.

o próprio artigo finaliza com uma pontadinha, com a frase final do - “Like past fashion bans, the prohibitions on sagging are seen by some as racially motivated because the wearers are young, predominantly African-American men”.

 Eu não tenho opinião sobre o assunto porque não vivo diariamente a cultura deles. Sei do que acontece porque leio. Nada além. Tenho até um vislumbres, mas esses a gente guarda pra gente, né? Ninguém aqui tá afim de ficar lendo achismos dos outros.

o artigo é bem interessante e tá aqui ó. tirem suas próprias conclusões, que eu vou tomar chocolate quente agora.


não. não tô fazendo convites. esse foi o email que eu recebi de uma boate.

…e ainda ganhe uma ice?

se eu vou como vip, fico no dom perignon pra cima. e eu nem gosto de beber assim.

tudo pela etiqueta, meu amor. e daí, né?


(Foto: Tengku Bahar/AFP).

Esse é o malaio Rathakrishnan Velu, popularmente conhecido, em Kuala Lumpus, na Malásia, como ‘Raja Gigi’ (‘rei dos dentes’). Rathakrishnan leva uma vida normal. Seu esporte preferido? Puxar um comboio de trens interligados, usando a força de sua mandíbula. Ele tá no Guiness. E bateu seu próprio recorde mundial, puxando 297,1 toneladas, quase 37 toneladas a mais que a marca anterior, de 2003.

 A pergunta é: como se treina pra isso?


(Foto: Deshakalyan Chowdhury/AFP)

Eu fuxico tudo. O tempo todo. Nem vou dizer que tenho tema definido porque não tenho. Passei a manhã ouvindo duas músicas novas da Britney e agora tô enrolando o tempo lendo coisitas que eu jamais leria se estivesse ocupada.

enfim.

de qualquer maneira, voltemos à infância. o mundo realmente está ficando mais pobre. antes, eu ganhava brinquedos. eles surgiam na minha frente e eu me acabava e cansava e ganhava outro e deixava aquele pra trás.

 hoje em dia, sou eu que pago pelo brinquedo. então, mesmo que deteste, eu continuo brincando pra fazer valer o investimento.

mas não é sobre isso.

 acabei de ler no Planeta Bizarro, do G1, sobre o carpinteiro Judhisthir Rabjansi, que consegue “cuspir” leite dos olhos, após inalar um cadinho do líquido. a notícia é sobre como ele quer entrar no livro dos recordes e tal.

pfff

aí, vocês perguntam – mas, beta, o que isso tem a ver com a pobreza?

 gente, pelo amor de deus. ele cospe leite dos olhos. além dos brinquedos, o que mais lembro da infância foi uma edição do fantástico em que mostrou uma menina que “cuspia” diamantes! diamantes, minha gente.

depois até descobriram que a garota era maluca e os pais a obrigavam aquilo… mas e daí? eram diamantes caindos olhos! e não leite… tornando algo tão bonito, que são os olhos de uma pessoa, numa teta ocular.

aff.

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ReutersBem, essa é a brasileira Elaine Davidson, que tá no Guinness como a mulher com o maior número de piercings em todo o mundo. Mas isso não importa.

Ela não tá a cara da Elke Maravilha, nessa foto?
Matéria completa com os 10 “modificados” aqui
  


a missão agora é roubar. qualquer coisa. até palito de dente

Bando rouba currículos, nos EUA


e pra quem não acredita que eu sou a única pessoa que clica nos links patrocinados do gmail.

 adoro.

Bring back my lover spell